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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

23:38

Não sou de falar dos meus devaneios. Muito menos de explanar sobre eles. Não vou negar que criei essa página pra mim por impulso, vontade do momento, loucura, também pode ser. Memórias fazem parte da minha vida a cada segundo, a cada olhar, cheiro ou pensamento. Voltam à realidade e tomam-me muito tempo do meu dia, porque a cada ação exercida, uma lembrança é colocada em evidência. Talvez seja isso. Eu vivo de lembranças. De gostos. De memórias. E eu ainda não descobri se isso é bom ou ruim, pelo fato de muitas vezes me desviar do real, do palpável, do agora. Talvez eu devesse dar mais valor ao que eu tenho no momento e deixar minhas lembranças aonde elas devem ficar: lá atrás, num passado próximo ou não. Mas vivo bem, obrigado. Quem não vive do passado? Aliás, quem não trás o passado para cada ação vivida no presente? É assim, não tem essa de que 'o que passou, passou'. O que passou, ainda permanece de algum jeito preso em nossos devaneios e lembrados em momentos menos esperados. E eu sigo assim, satisfeita por idealizar o meu futuro incluindo sempre o passado no meu presente, atitudes servem de lição. Como já diria um professor: 'Nada mais didático do que nossos próprios erros'. Errando ou acertando sempre podemos tirar algo de proveitoso de determinadas situações, e tenho aprendido muito com isso. Pois bem, memórias na minha vida são inevitáveis, inapagáveis e irrefutáveis.
"Mas a única função da memória é nos ensinar algo. Aprendemos suas lições, e isso basta. Toquemos para frente. Não vamos nos castigar com memórias amargas. Não vamos sofrer duas vezes, quando podemos sofrer apenas uma." Paulo Coelho
Gabi gostei muito do seu blog, parabéns! :D
Bjs ..
Yasmin Mello
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